Estrada da Graciosa, em Curitiba: Vale a Pena? Como Aproveitar?

Preparamos um guia completo sobre a região para você deixar a sua viagem ainda mais completa. O download estará disponível no final. Boa leitura.

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A Estrada da Graciosa é tida como uma das mais belas do Brasil. Na realidade, é devido à sua beleza que a famosa Rodovia PR 410 recebeu esse nome.

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Trata-se de quarenta quilômetros de extensão, atravessando a encantadora Serra do Mar (estado do Paraná) e interligando Curitiba aos municípios de Antonina e de Morretes.

A Estrada da Graciosa passa por um trecho bem preservado de Mata Atlântica do Brasil, com estonteantes paisagens naturais.

A Rodovia PR 410 usa a antiga rota dos tropeiros, ligando o litoral paranaense à parte mais elevada da Serra do Mar.

Como chegar na Estrada da Graciosa?

Estrada da Graciosa
Fonte: Eduardo PA (Flickr)

Partindo de São Paulo, para chegar até a Estrada da Graciosa será necessário percorrer trezentos e sessenta e quatro quilômetros pela BR 116 (Rodovia Régis Bittencourt).

O acesso a partir da capital paranaense, porém, demanda seguir pela BR 116 por quarenta quilômetros antes de chegar até o Portal da Graciosa.

Finalmente, os visitantes que chegam de Curitiba, devem ficar atento à placa com os dizeres “Estrada da Graciosa” cerca de alguns quilômetros antes. Esta placa está afixada perto de uma borracharia).

Todavia, essa não é a principal entrada. Trata-se, antes de um acesso que interliga a BR 116 a um trecho que originalmente fazia parte da Estrada da Graciosa.

Na realidade, o início da rota turística – onde se localiza o famoso Portal de Entrada – está, precisamente, na saída 59.

Do mesmo modo, enquanto percorrer a Estrada da Graciosa, você poderá avistar muitas curvas sinuosas e belas paisagens compostas por montanhas, picos, cachoeiras e encostas floridas.

Vale mencionar, também, que pela Estrada da Graciosa você consegue chegar na Ilha do Mel, outro ponto de destaque no estado do Paraná.

Aspectos históricos da Estrada da Graciosa

A Estrada da Graciosa começou a ser construída em meados do século XIX, em 1854.

Neste mesmo ano, a Província do Paraná obteve a sua emancipação. No entanto, a inauguração da estrada só ocorreria muito tempo depois, em 1873.

De antemão, a Estrada da Graciosa foi o primeiro caminho para servir de trânsito às pessoas, aos animais e aos veículos do estado do Paraná. Por isso, ela foi considerada uma das mais relevantes estradas do Brasil.

Os responsáveis pela construção aproveitaram trechos existentes de um dos cinco antigos caminhos coloniais: Cubatão, Picada dos Ambrosios, Arraial, Itupava e Graciosa.

Estes caminhos históricos interligavam o litoral paranaense com o interior e o litoral do estado.

A despeito do fato de que os primeiros registros oficiais são datados de 1721, a rota já era largamente usada pelos indígenas – bem antes de os colonizadores pensarem na construção de uma estraba no local.

Os povos originários que habitava a região usavam esse caminho para descerem ao litoral em certas épocas e faziam, também, o caminho inverso, visando coletar pinhão das araucárias que abundam o primeiro planalto.

Nesse mesmo lugar seria fundada, mais tarde, a cidade de Curitiba – “terra de muitos pinheiros”.

Após os índios, chegaram os portugueses e, posteriormente, jesuítas, tropeiros, mineradores, etc.

Antes de 1969 – quando a Rodovia BR 277 foi construída – a Estrada da Graciosa era o único acesso, por terra, ao litoral do Paraná. Durante muitas décadas, ela foi a única estrada com pavimentação no estado, tendo um papel relevante para o desenvolvimento econômico paranaense.

Principais atrações da Estrada da Graciosa

Apesar de ter toda essa história, a Estrada da Graciosa é um grande atrativo para os turistas por estar inserida em uma região que, conforme mencionado, conserva um dos maiores trechos preservados da Mata Atlântica em nosso país.

A área, por tamanha importância, foi tombada por vários órgãos oficiais, sendo reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a partir de 1992, como “Reserva da Biosfera da Mata Atlântica”.

Por toda a extensão da sinuosa e bucólica Estrada da Graciosa, os visitantes podem se encantar com a vivacidade da fauna e da flora. São cerca de trinta quilômetros entre a vida natural remanescente da Floresta Atlântica.

Além disso, a Estrada da Graciosa conta com lanchonetes especializados em produtos típicos, quedas d’água, mirantes e outros pontos que fascinam os visitantes e os incentivam a registrar as mais belas fotografias.

Passeio de trem

Passeio de trem na estrada da graciosa
Fonte: Diogo Donate (Flickr)

Neste passeio de trem, você partirá de Curitiba, atravessando a bela Serra do Mar até chegar ao destino, em Morretes.

Ao longo do percurso, os turistas vivenciam uma aventura inesquecível junto à Ferrovia Paranaguá – Curitiba, passando por mais de setenta quilômetros de cachoeiras, pontes, represas, montanhas, túneis e paredões de pedras.

Quem realiza o passeio é a empresa Serra Verde Express, oferecendo saídas diárias da capital paranaense em dezembro, julho, fevereiro e janeiro (isto é, durante a alta temporada).

Entre os meses de março e junho e de agosto até o mês de novembro, o trem parte aos finais de semana e feriados.

Além de aprender mais acerca da história da região, fazer esse passeio de trem, de Curitiba a Morretes, representa uma oportunidade imperdível para visualizar os belos cenários integrantes da Serra do Mar.

Igualmente, viajar pelos viadutos e túneis que perpassam a Mata Atlântica significa, por si só, um momento para guardar eternamente na sua memória.

Além do deslocamento bastante especial, a cidade de Morretes é francamente simpática.

Dito de outra forma, é extremamente convidativo caminhar entre as suas construções históricos, jantar um Barreado legítimo e, ainda, provar uma deliciosa e autêntica cachaça de banana.

Esses programas, certamente, devem estar em seu roteiro turístico!

Agora, realizar o seu passeio no trem até Morretes aliará, convenientemente, as comodidades da cidade de Curitiba com todos os encantos de uma típica localidade interiorana.

As passagens custam cerca de R$ 21 (ou R$ 42, por pessoa, ida e volta). A duração estimada da viagem é de 4 horas e 15 minutos.

Morretes

Estrada da Graciosa Morretes
Fonte: Jackson Rapkiewicz (Flickr)

A primeira cidade que você encontrará ao descer pela Serra da Graciosa será a de Morretes.

Assim, antes de buscar um restaurante tradicional, visando saborear o típico barreado, é altamente recomendável dar um mergulho delicioso no Rio Nhundiaquara, bem ao lado da histórica ponte metálica, que é um dos mais lindos cartões postais da localidade.

Em conclusão, não há um consenso, entre os historiadores, acerca de qual cidade foi a pioneira na elaboração do barreado ou, até mesmo, qual é o município que oferece o melhor prato: Paranaguá, Antonina ou Morretes.

Entretanto, esta é a cidade que recebe a maior quantidade de visitantes em busca dessa verdadeira iguaria paranaense.

É possível encontrar, ao lado do Nhundiaquara, vários restaurantes tradicionais (muitos contando com décadas de existência e colecionando histórias curiosas).

Nestes estabelecimentos, o barreado é preparado do mesmo modo que há mais de um século: carne “de segunda” cozida, ao longo de muitas horas, sempre em fogo baixo e em panelas de barro, posteriormente servidas com o acompanhamento de bananas da região e farinha de mandioca.

Cachoeiras

Cachoeiras em estrada da graciosa
Fonte: Paulo Silva (Flickr)

Em quase todos os recantos da Estrada da Graciosa, você encontrará várias pequenas cachoeiras.

No final da Serra da Graciosa, há uma cachoeira com excelentes pontos para o banho.

Ao longo de todo o percurso, os visitantes podem desfrutar de inúmeras quedas d’água.

Porém, antes de conhecê-las, é altamente recomendável pesquisar como chegar a cada uma delas, a fim de não ficar perdido em uma das trilhas.

Por exemplo, na Curva da Ferradura, você terá 2 opções de cachoeira quando descer pela trilha:

  1. no final do caminho mais breve, seguindo pela direita, há uma cachoeira maior e mais frequentada;
  2. caso siga pela esquerda, continuando a descida em seu caminho, encontrará uma cachoeira menor e mais reservada.

Portal da Graciosa

Portal da Graciosa
Fonte: Parchen (Flickr)

O famoso Portal da Graciosa está situado bem na entrada da Rodovia PR 410, sendo um de seus mais belos cartões postais.

Essa construção conta com uma arquitetura típica das missões jesuíticas. Ademais, é o ponto de parada escolhido pela maioria dos turistas.

Em suma, o Portal da Graciosa representa um pouco da história que perpassa o antigo caminho, marcando o começo da Estrada.

Embora seja considerada a porta de entrada, o local não fica, exatamente, no trajeto original desse caminho.

Isto é, o Portal da Graciosa foi construído nesse local visando facilitar o acesso pela BR 116. Dessa maneira, a estrada original é acessada por meio da cidade de Quatro Barras.

Caminho dos Jesuítas

O Caminho dos Jesuítas, cujo nome oficial é “Caminho Colonial da Graciosa”, consiste em uma área que liga o primeiro planalto no estado do Paraná ao seu litoral.

Trata-se do único trecho que se mantém preservado e com o aspecto original da Estrada da Graciosa, com sua pavimentação (feita em pedras) construídas por trabalhadores escravizados.

Esse caminho foi largamente utilizado pelos indígenas antes da invasão portuguesa e, posteriormente, também pelos colonizadores europeus.

A chamada “Casa de Pedra” (ou “Casa do Guilherme”, “Casa do Alemão” e, ainda, “Casa do Rio do Corvo”) é uma de suas principais atrações.

Existem, além disso, 7 recantos ao longo dessa estrada – todos com excelente infraestrutura, incluindo sanitários, lanchonetes, quiosques, churrasqueiras, etc. São eles:

  • Recanto de São João da Graciosa;
  • Recanto Mãe Catira;
  • Recanto Curva da Ferradura;
  • Recanto Grota Funda;
  • Recanto do Rio Cascata;
  • Recanto Bela Vista;
  • Recanto Vista Lacerda.

Araucária de D. Pedro II

A Araucária de Dom Pedro II é uma parada quase que “obrigatória” para tirar fotografias.

Afinal, a história e a beleza do Portal da Graciosa são complementadas pela ilustre presença desta árvore.

Com efeito, a Araucária é um símbolo paranaense. De acordo com a tradição oral e popular, este espécime foi o responsável por oferecer sombra ao Imperador D. Pedro II, em uma de suas caravanas pelo país.

Mata Atlântica

Entre todas as atrações existentes ao longo deste percurso, a exuberância natural encontrada na floresta que se integra à Mata Atlântica se destaca em função de sua rara beleza!

Não se esqueça de que, ao passar pela Estrada da Graciosa, você estará em plena Serra da Graciosa, em um dos trechos mais preservados da Mata Atlântica no Brasil.

Portanto, vale a pena aproveitar cada momento de visitação a essas belezas naturais.

Hortênsias

Similarmente, em adição à exuberância da Mata Atlântica estendendo-se por toda a Estrada da Graciosa, a rodovia fica ainda mais bela na época de floração das Hortênsias.

Contudo, os turistas podem apreciar, neste período, centenas de pés ao longo de todo o percurso, tornando o passeio simplesmente inesquecível!

Tenha em mente que a época de floração da Hortênsia ocorre na primavera, chegando até a metade do verão (isto é, entre os meses de novembro e de fevereiro).

Guia Viva Graciosa

A aquisição do Guia Viva Graciosa é uma excelente dica para quem decidiu visitar a Estrada da Graciosa.

O material foi lançado no segundo semestre de 2019, tendo sido elaborado para ajudar na intensificação das atividades turísticas da região.

Por analogia, o guia sugere cupons de descontos, estabelecimentos e passeios aos turistas.

A elaboração do Guia Viva Graciosa é o resultado da parceria entre o Sebrae do Paraná e a empresa Coezo Marketing Cultural, contando com a participação, ainda, da Ecovia, da Paraná Turismo e da Fundação Grupo Boticário.

Segundo as informações divulgadas pelo Sebrae do estado do Paraná, o Guia Viva Graciosa consolida a imagem dos destinos turísticos, impulsionando a geração de negócios em:

  • Quatro Barras (que fica na área turística das Rotas do Pinhão);
  • Morretes (no litoral paranaense);
  • Antonina.

Ao divulgar as belezas culturais, naturais e atrativos gastronômicos, o objetivo do material é gerar uma elevação substancial no fluxo de negócios e de turismo, tanto para micro quanto para pequenas empresas situadas junto à Serra da Graciosa, de modo a fortalecer o setor.

Interligados pela estrada que, com o passar do tempo, se consolidou como o principal corredor turístico e uma das atrações culturais mais importantes do Paraná, o Guia Viva Graciosa enfatiza a preservação da Mata Atlântica no Brasil.

O material ressalta, também, as características centrais das 3 cidades que concentram mais de trezentos pequenos negócios de turismo e duzentos e quarenta e cinco empresas do segmento gastronômico.

Recantos

Ao visitar a Estrada da Graciosa, você não deve ficar, simplesmente, dentro do carro e percorrer a rodovia.

O trajeto oferece diversos recantos que asseguram produtos e regionais e lanches aos turistas.

Nesses locais, é possível degustar e comprar produtos como pastel, pamonha, coxinha de aipim, balas de banana, cachaças etc.

Em alguns dos recantos há, inclusive, mirantes com incríveis visuais (nos dias com céu limpo).

Você poderá desfrutar, também, de cachoeiras e rios, assim como churrasqueiras (embora apenas em alguns locais) e utilizar os banheiros.

Lembre-se de que cada recanto tem uma característica própria, ao passo que todos possuem elementos em comum, como sanitários e lanchonetes.

Engenheiro Lacerda

Recanto Engenheiro Lacerda
Fonte: Ricardo Mercadante (Flickr)

O recanto Engenheiro Lacerda é o primeiro que você encontrará se estiver indo no sentido litoral.

Neste lugar, há um mirante natural que propicia uma incrível vista das baías de Paranaguá e de Antonina.

A partir desse mirante, é possível, também, vislumbrar a maior montanha pertencente à região sul: o célebre Pico do Paraná.

Para muitos visitantes, trata-se de um dos visuais mais belos proporcionados pela Estrada da Graciosa.

Em seu passeio, não deixe de fazer, ao menos, uma parada no recanto Engenheiro Lacerda – ainda que leve um certo tempo para arranjar uma boa vaga em seu pequeno estacionamento.

Existem churrasqueiras, banheiros, lanchonetes e quiosques no local.

Rio Cascata

Rio Cascata
Fonte: Thiago Carvalho (Flickr)

Existe, nesse recanto, um riacho chamado de “Rio Cascata”. Desse modo, os visitantes podem se refrescar nas águas de uma pequena cascata.

No local, há banheiros e churrasqueiras, embora a infraestrutura não ofereça lanchonete ou quiosques.

Grota Funda

O recanto da Grota Funda fica perto de um penhasco, fato que deu origem ao seu nome.

O local tem uma linda vista do conjunto Marumbi, assim como o seu próprio abismo e uma ponte centenária de pedra.  Na Grota Funda você poderá encontrar churrasqueiras, banheiros, lanchonete e quiosques.

Bela Vista

Dado o seu nome, este recanto não poderia apresentar algo diferente de uma vista estonteante, não é mesmo?

Do local, você poderá visualizar uma parte de Paranaguá e, além disso, estará no melhor ponto da estrada para ver o lendário e imponente Pico do Marumbi (local que serviu de base para o começo, em nosso país, do montanhismo).

Curva da Ferradura

No “Curva da Ferradura” há uma trilha que era parte integrante do antigo caminho.

Evidentemente, isso foi antes da construção da Estrada da Graciosa. Em contrapartida, é um excelente local para descansar e apreciar o movimento do trânsito pelas curvas da Rodovia PR 410.

Parque Mãe Catira

O Parque Mãe Catira é um dos mais disputados recantos, contando com a maior quantidade de vagas de estacionamentos e churrasqueiras.

Ele fica ao lado do rio homônimo, no qual os turistas costumam se banhar.

Primordialmente, você poderá adentrar diversas partes do rio Mãe Catira, uma vez que o local se converte, assim, em uma espécie de “pequena praia” ou “prainha”.

No recanto, é lanchonetes, quiosques e restaurantes, assim como banheiros e outros equipamentos.

Recantos Particulares

Logo após mencionarmos os recantos supracitados, não podemos deixar de notar que há, ainda, algumas pousadas e recantos particulares.

Nesses locais, os visitantes podem pagar uma certa quantia para passar todo o dia com maior tranquilidade, aproveitando-se da estrutura turística disponibilizada.

Porto de Cima

O recanto de Porto de Cima está localizado a poucos quilômetros depois do trevo que confere acesso aos municípios de Morretes ou Antonina.

Na estrada, mais especificamente, que dá o acesso à primeira cidade, na PR 411.

Esta rodovia, aliás, já não integra a Estrada da Graciosa que, assim, segue para Antonina. Apesar disso, ela é a rota mais utilizada por cerca de 95% dos motoristas que passam pelo local.

Curiosamente, muitos tendem a pensar que, ao percorrerem este trecho, ainda estão na Estrada da Graciosa.

Em tal contexto, o recanto Porto de Cima pode ser considerado como um dos mais populares destinados de Morretes. Durante o verão, por exemplo, fica completamente lotado de visitantes que usufruem do Rio Nhundiaquara.

Ponte Velha

O trecho mais popular da Estrada da Graciosa oferece uma ponte a partir da qual muitos turistas saltam para o rio, a fim de se banharem.

Todavia, essa atitude não é indicada, à medida que é necessário saber o local do salto: a profundidade no rio, por poucos metros, muda radicalmente.

Caso deseje usufruir das geladas águas do Rio Nhundiaquara, recomendamos utilizar a praia fluvial existente no local, dotada de fundo de pedras.

Simultaneamente, outra atividade muito realizada pelos visitantes consiste em descer pelo rio em uma enorme boia (“Boia Cross”).

Saindo da Ponte Velha, você pode acessar diversas cachoeiras e, ainda, o local de acesso ao Pico do Marumbi. Ademais, é neste ponto que acaba a trilha no Caminho do Itupava.

Este é um dos cinco caminhos coloniais, além da antiga Graciosa.

Como na BR 277 é cobrado um dos mais caros pedágios do Brasil, muitos motoristas utilizam essa rota para fugir da cobrança, considerada abusiva.

Dicas úteis para aproveitar melhor a Estrada da Graciosa e seu entorno

Estrada da Graciosa
Fonte: Clodoaldo Lima (Flickr)

Elencamos, a seguir, algumas dicas úteis para ajudar você a lidar eficientemente com o que encontrará na Estrada da Graciosa.

Incluímos, também, algumas recomendações gerais para usufruir a sua viagem sem, para tanto, correr riscos:

  • Limite de velocidade: em alguns trechos é de 40 km/h e, em outros, é de 60 km/h. O tráfego de ônibus e de caminhões não é permitido;
  • Curvas: os motoristas devem conduzir com o máximo de atenção e cuidado, à medida que a Estrada da Graciosa não possui acostamento e conta com muitas curvas fechadas;
  • Clima: é indicado verificar como estará o tempo nessa região antes de iniciar a sua viagem, a fim de evitar surpresas desagradáveis, como fortes chuvas ou neblina;
  • Duração do percurso: seguindo de automóvel e sem fazer nenhuma parada nos recantos, todo o trajeto poderá ser realizado em uma hora e trinta minutos;
  • Outros nomes: como já foi conhecida por outros nomes, ainda há quem se refira à Estrada da Graciosa como “Caminho da Graciosa” ou “Trilha da Graciosa”;
  • Antiga Estrada da Graciosa: o trajeto se iniciava no local que recebe, atualmente, o Shopping Mueller, situado na Avenida Cândido de Abreu, número 127, área central de Curitiba;
  • Recantos: os visitantes que planejam fazer paradas em algum recanto, visando utilizar uma churrasqueira, devem chegar antes das nove horas da manhã. Afinal, esse equipamento é bastante “disputado”, sobretudo, aos finais de semana. Ainda assim, é preciso levar a grelha e os insumos para o seu churrasco.

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